SEASAT

O SEASAT (ou Seasat), de origem Norte americana, foi o primeiro satélite de sensoriamento remoto projetado para atuar sobre os oceanos, e levava a bordo o primeiro Radar de Abertura Sintética (SAR). O satélite foi operado pela NASA e gerenciado pelo Jet Propulsion Laboratory (JPL) A missão tinha como objetivos genéricos: demonstrar a viabilidade de uma monitoração dos fenômenos oceanográficos globais usando satélites e ajudar a determinar os requisitos para um sistema completo de sensoriamento remoto dos oceanos baseado em satélites. Os objetivos específicos eram: coletar dados dos ventos e da temperatura na superfície dos mares, altura das ondas, ondas internas, água atmosférica, gelo oceânico, características da topografia oceânica Foi lançado em 27 de junho de 1978, em uma órbita circular de 800 km com inclinação de 108°. Ele operou até 10 de outubro de 1978, 106 dias depois do lançamento. Em 10 de Outubro de 1978, um curto circuito de grandes proporções no sistema elétrico do satélite encerrou a missão.

O SEASAT (ou Seasat),[1] de origem Norte americana, foi o primeiro satélite de sensoriamento remoto projetado para atuar sobre os oceanos, e levava a bordo o primeiro Radar de Abertura Sintética (SAR). O satélite foi operado pela NASA e gerenciado pelo Jet Propulsion Laboratory (JPL)
A missão tinha como objetivos genéricos: demonstrar a viabilidade de uma monitoração dos fenômenos oceanográficos globais usando satélites e ajudar a determinar os requisitos para um sistema completo de sensoriamento remoto dos oceanos baseado em satélites. Os objetivos específicos eram: coletar dados dos ventos e da temperatura na superfície dos mares, altura das ondas, ondas internas, água atmosférica, gelo oceânico, características da topografia oceânica
Foi lançado em 27 de junho de 1978,[2] em uma órbita circular de 800 km com inclinação de 108°. Ele operou até 10 de outubro de 1978, 106 dias depois do lançamento.[3] Em 10 de Outubro de 1978, um curto circuito de grandes proporções no sistema elétrico do satélite encerrou a missão.
Teoria da conspiração
[editar | editar código]O Seasat acabou sendo capaz de detectar o rastro de submarinos submersos, algo que não havia sido planejado.[4] Uma "teoria da conspiração" existente sobre o assunto, argumenta que quando essa característica foi descoberta, os militares desligaram o SEASAT, usando como desculpa o curto circuito no sistema de alimentação.[5][6]
Referências
- ↑ «Seasat: Short Description». NASA Jet Propulsion Laboratory. Consultado em 28 de junho de 2013. Arquivado do original em 14 de agosto de 2014
- ↑ http://science.nasa.gov/missions/seasat-1/
- ↑ «Past Missions - Seasat». NASA Jet Propulsion Laboratory. Consultado em 28 de junho de 2013
- ↑ WILLIAM J. BROAD (11 de maio de 1999). «U.S. Loses Hold on Submarine-Exposing Radar Technique». New York Times
- ↑ Pat Norris (2008). Spies in the Sky Surveillance Satellites in War and Peace. [S.l.]: Praxis. ISBN 978-0-387-71672-5. doi:10.1007/978-0-387-71673-2 p. 172
- ↑ «The Ship Model Forum». Consultado em 18 de novembro de 2008
Ver também
[editar | editar código]Ligações externas
[editar | editar código]- Página do Seasat no site do JPL (em inglês)
- Seasat Views Ocean and Sea Ice with Synthetic Aperture Radar (em inglês)
- SEASAT II, JSR-83-203, March 1984 (em inglês)
- SEASAT III & IV, JSR-84-203, August 1984 (em inglês)
- ASF Seasat portal (em inglês)
