Judeia

Judeia (em árabe: يهودية; romaniz.: Yahudia; em hebraico: יהודה; romaniz.: Yəhuda; lit. "louvor"; em hebraico tiberiano: Yəhûḏāh; em grego clássico: Ἰουδαία; romaniz.: Ioudaía; em latim: Iudaea) é a parte montanhosa em Israel, entre a margem oeste do mar Morto e o mar Mediterrâneo. Estende-se, ao norte, até as colinas de Golã e, ao sul, até a Faixa de Gaza, correspondendo aproximadamente à parte sul da Cisjordânia. Atualmente, a Judeia é considerada parte da Cisjordânia pela Organização das Nações Unidas (ONU), que, durante a partição da Palestina, se referiu à região como parte sul da atual Cisjordânia, em um plano aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 29 de novembro de 1947, através da Resolução 181. Para o governo israelense, a Judeia pertence a Israel desde que o país invadiu a região, sendo referida como Judeia e Samaria, excluindo a área correspondente à Jerusalém Oriental. 700 mil colonos israelenses vivem entre 2,7 milhões de palestinos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, principalmente a partir de 1967. A maioria dos países e a própria ONU consideram ilegais os assentamentos israelenses em territórios roubados da população nativa, disponibilizada a colonos para fazer aliá. Israel contesta isso, citando laços históricos e bíblicos com a terra.
Judeia
| |
|---|---|
| Montanhas do sul da Judeia, vistas da cidade de Arade. | |
| País | Cisjordânia |
| Região | |
| Altitude | 1,020 m |
| Coordenadas | 31° 41′ 56″ N, 35° 18′ 23″ L |
Judeia (em árabe: يهودية; romaniz.: Yahudia; em hebraico: יהודה; romaniz.: Yəhuda; lit. "louvor"; em hebraico tiberiano: Yəhûḏāh; em grego clássico: Ἰουδαία; romaniz.: Ioudaía; em latim: Iudaea) é a parte montanhosa em Israel, entre a margem oeste do mar Morto e o mar Mediterrâneo. Estende-se, ao norte, até as colinas de Golã e, ao sul, até a Faixa de Gaza, correspondendo aproximadamente à parte sul da Cisjordânia.[1][2]
Atualmente, a Judeia[3] é considerada parte da Cisjordânia pela Organização das Nações Unidas (ONU), que, durante a partição da Palestina, se referiu à região como parte sul da atual Cisjordânia, em um plano aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 29 de novembro de 1947, através da Resolução 181.[4] Para o governo israelense, a Judeia pertence a Israel desde que o país invadiu a região, sendo referida como Judeia e Samaria,[5] excluindo a área correspondente à Jerusalém Oriental.[6] 700 mil colonos israelenses vivem entre 2,7 milhões de palestinos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, principalmente a partir de 1967. A maioria dos países e a própria ONU consideram ilegais os assentamentos israelenses em territórios roubados da população nativa, disponibilizada a colonos para fazer aliá. Israel contesta isso, citando laços históricos e bíblicos com a terra.[7]
História
[editar | editar código]No terceiro milênio antes de Cristo começaram a surgir as primeiras cidades, certamente em contato com as grandes civilizações, como o Egito Antigo, Império Hitita, e Sumérios , que se desenvolveram nos vales do Nilo e na Mesopotâmia.
Segundo a narrativa bíblica, quando os hebreus chegaram à terra de Canaã, a região encontrava-se já ocupada pelos cananeus. O povo hebreu, originalmente um clã que se refugiara no Egito devido a uma fome em Canaã,[8] passou a ser escravizado após a morte de seu protetor, José do Egito, o que durou por 430 anos. Sob a liderança de Moisés, deixaram o cativeiro no Egito por volta de 1447 a.C., segundo o Livro do Êxodo. De início, fixaram-se nas regiões localizadas a oeste do mar Morto, mas pouco a pouco, liderados por Josué, derrotaram os Cananeus, e ocuparam as margens do Mediterrâneo e as terras do norte de Canaã.[9] No século XII a.C., os chamados povos do outro lado do mar, entre eles os filisteus, ocuparam as planícies litorâneas. As constantes lutas entre os dois povos terminaram com a vitória dos hebreus, de acordo com a narrativa bíblica. No século X a.C., Israel aproveitou o enfraquecimento dos grandes impérios vizinhos para expandir o seu território. O país, que alcançou o seu apogeu ao longo dos reinados de David e Salomão, foi mais tarde dividido em dois reinos: Israel, ao norte, fundada pelo Rei Jeroboão I e que fora invadido pelos Assírios,[10] e Judá, ao sul. Israel foi transformado em tributário da Assíria. Logo após subir ao trono, em 721 a.C., Sargão II conquistou o país e deportou a maior parte de seus habitantes. No sul, o reino de Judá conservou sua precária independência até 587 a.C., quando Nabucodonosor II o arrasou e deportou sua população para a Babilônia. Em 539 a.C., quando o xá aquemênida Ciro, o Grande apoderou-se da Babilônia, este permitiu que muitos hebreus pudessem regressar à sua região. Depois da conquista do Império Aquemênida pelo macedônio Alexandre o Grande, a terra de Canaã ficou submetida à influência helenística.
Evidências arqueológicas, ao contrario dos textos bíblicos, tem mostrado que os primeiros israelitas se desenvolveram nas terras altas centrais de Canaã,[11][12][13] exibindo continuidade material com a cultura cananeia indígena, em vez de parecerem um grupo de migrantes estrangeiros. A narrativa do Pentateuco foi escrita séculos após os supostos eventos, já no período Persa aproximadamente no século V a.C.) frequentemente incorporando anacronismos.[14][15][16][17][18]
A origem dos hebreus, que posteriormente se tornariam os israelitas, tem como provável ponto de origem a antiga Ur, como também descrito na narrativa Bíblica, de onde Abraão teria vindo. Mas agora respaldado por diversas similaridades e empréstimos culturais feito pelos hebreus dos mitos sumérios, como o Dilúvio, e Noé que aparece na Epopeia de Gilgamesh, como sendo Utnapistim. Como também a referencia do Jardim do Éden a mitos da antiga suméria.[19] Existem relatos dos antigos Egípcios, Sumérios e Hititas, a respeito dos Habiru ou Apiru, como encontrado em evidencias arqueológicas, sendo as Cartas de Amarna um exemplo.[20]
Existe debate academico a respeito se os Hebreus, seriam os próprios Habiru, ou um subgrupo desses, ou ainda uma classe social,[21][22][20] que posteriormente tendo se estabelecido em Canaã incorporaram-se as outras culturas locais. Os cananeus, incluindo os Habiru, cultuavam um panteão de divindades, como El, Ashera e Baal, como evidenciado nas explorações da antiga cidade de Ugarite.[14] Porém, entre os hebreus, um grupo começou a concentrar as adorações em um único deus, adotando uma pratica monolátrica ao deus Javé ou Yahweh,[23][24] incorporando ao seu culto as características de outros deuses, como El e Baal [25]. Sendo essa distinção religiosa a origem historicamente atribuída ao surgimento dos israelitas.
Já no Livro de Josué, durante o período descrito na narrativa bíblica, a região também englobava o Reino da Filisteia, o Reino de Amom, o Reino de Moabe, o Reino Arameu, o Reino de Amaleque e o Reino de Edom.[26][27][28] Descrevendo os israelitas como um povo que chegou a região guiados por Moisés, e posteriormente comandados por Josué,[29] e que teriam feito incursões na região e estabelecido seu domínio, lutando contra os reinos que ali estavam. Contudo, as evidências arqueológicas sugerem que os diversos povos cananeus teriam se segmentado e formado diferentes reinos, como os descritos anteriormente.[30][31][32][33] Sendo os israelitas também um desses povos, que, enfrentando a chegada dos Povos do Mar, e com o enfraquecimento do Antigo Egito, teriam então se unificado.[34][35][36][37] Não havendo evidencias de uma incursão israelita vinda de fora, muito menos de uma conquista, mas sim de uma ramificação dos povos cananeus que criaram uma identidade própria a partir da adoração de um único deus, no caso Javé.[38][39][40][41]
O que também desmentiria a narrativa do Êxodo, uma vez que décadas de escavações no Egito e na Península do Sinai não revelaram nenhuma evidência de milhares de pessoas vagando por 40 anos no deserto. O Império Egípcio, controlava a região de Canaã, durante o final da Idade do Bronze (período em que o Êxodo é tipicamente situado), tornando uma fuga para aquela região ilógica.[42][14]
Existe também a interpretação errônea, partindo da narrativa bíblica, de que todo o território da Palestina seria, desde o princípio, parte do Antigo Reino Unido de Israel e Judá, (1050 - 930 a.C.) e que posteriormente foi dividido em Reino de Israel (930–722 a.C.) e Reino de Judá (930–586 a.C.). Existem exageros nessa narrativa, tanto a nível territorial quanto dos feitos e riquezas, principalmente no que diz respeito ao reinado do Rei Salomão, cujo reino teria tido a maior extensão territorial obtida pelos israelitas (Livro de Reis - 1 Reis 4:20-7:12).[43] Porém, de acordo com os achados descobertos nos sítios arqueológicos de Khirbet Qeiyafa, Humayma, Nippur, dentre outros, a dimensão geográfica desses reinos bem como suas riquezas, seria bem reduzida durante o período dos acontecimentos descritos.[44][45][46][47] Não havendo menção do poder do Reino de Salomão, nos locais que o Livro de Reis (1 Reis 4:20-7:12) descreve, quer seja nos sítios arqueológicos presentes em Israel, Jordânia, Iraque ou Egito, ou nos relatos dos outros povos. O que seria atípico para um rei poderoso da época e favorecendo o entendimento que se trata de uma narrativa criada para servir de Mito Nacional.[48][49][50]

O nome Judeia vem portanto, do Reino de Judá, que seria um dos reinos da região da Palestina. Sendo importante ressaltar que a região da Palestina era usado juntamente com o termo Síria para se referir uma macrorregião, que englobava a região da Judeia. A região também englobava o Reino da Filisteia, o Reino de Amom, o Reino de Moabe, o Reino Arameu, o Reino de Amaleque e o Reino de Edom.
O que é evidenciado inclusive por antigos autores judeus, como Fílon de Alexandria e Flávio Josefo, anteriores a Adriano e a Revolta de Bar Kokhba.
Fílon de Alexandria (séc. I), em sua obra "Todo Homem Bom é Livre" (Quod Omnis Probus Liber Sit)[51].
XII. (75) "Além disso, a Palestina e a Síria também não são desprovidas de sabedoria e virtude exemplares, países habitados por uma parcela considerável da populosa nação judaica. Há um grupo desses povos chamado essênios, em número um pouco superior a quatro mil, a meu ver, que deriva seu nome de sua piedade, embora não segundo uma forma precisa do dialeto grego, pois são, acima de tudo, homens devotados ao serviço de Deus, não sacrificando animais vivos, mas estudando antes preservar suas próprias mentes em um estado de santidade e pureza."
Flávio Josefo (séc. I), que foi um dos lideres militares judeus que enfrentaram Roma na Primeira Guerra Judaico-Romana(66-70), narra em sua obra Antiguidades Judaicas[52] diversas passagens onde o nome Palestina é utilizado.
- CAPÍTULO 6. Como cada nação foi denominada a partir de seus primeiros habitantes.
4. "Sem, o terceiro filho de Noé, teve cinco filhos, que habitaram a terra que começava no Eufrates e chegava até o Oceano Índico. Elam deixou como herança os elamitas, ancestrais dos persas. Assur viveu na cidade de Nínive e chamou seus súditos de assírios, que se tornaram a nação mais próspera entre todas. Arfaxade deu nome aos arfaxaditas, que hoje são chamados de caldeus. Arão teve os aramitas, que os gregos chamavam de sírios; e Laude fundou os lauditas, que hoje são chamados de lídios. Dos quatro filhos de Arão, Uz fundou Traconites e Damasco: esta região fica entre a Palestina e a Celesíria."
- CAPÍTULO 12. A respeito de Abimeleque; e a respeito de Ismael, filho de Abraão; e a respeito dos árabes, que foram seus descendentes.
1. "Abraão mudou-se então para Gerar da Palestina, levando Sara consigo, fingindo ser sua irmã, usando a mesma dissimulação que usara antes, e isso por medo: pois temia Abimeleque, rei daquela região, que também se apaixonara por Sara e estava disposto a corrompê-la; mas foi impedido de satisfazer sua luxúria por uma grave doença que lhe sobreveio da parte de Deus."
Epifânio de Salamina (IV d.C.), bispo da cidade de Salamina ,em seu tratado "Pesos e Medidas".[53]
54b- "Pois Adriano, quando a lepra se manifestou em seu corpo, convocou toda a multidão de médicos sob seu comando e exigiu deles a cura para sua saúde. E, após muito trabalho e inúmeras tentativas sem sucesso, foram desprezados por ele. Adriano escreveu uma carta ofensiva a respeito deles, atacando sua prática como desprovida de conhecimento. Mas, em decorrência da doença que o acometeu, partiu em viagem para o Egito. E, aproximando-se de outros lugares, a partir da região dos romanos, precisava inspecioná-los, pois era um homem que amava conhecer lugares. Assim, passou pela cidade de Antioquia, pela Síria e pela Fenícia, chegando à Palestina – também chamada Judeia – quarenta e sete anos após a destruição de Jerusalém."
Por se tratar de uma região de passagem, com grande importância estratégica, o local foi disputado por diversos impérios. Já estando sobre o controle dos impérios e reinos como: Egípcio, Hitita, Reino de Israel e Judá, Assírio, Neobabilônico, Persa Aquemênida, Macedônio (de Alexandre, o Grande), além dos impérios Ptolemaico e Selêucida. A breve dinastia Asmoneia terminou com sua incorporação ao Império Romano e, posteriormente, ao Império Bizantino. No século VII, a Palestina foi conquistada pelo Califado Ortodoxo, encerrando o domínio bizantino na região; o governo ortodoxo foi sucedido pelos califados Omíada, Abássida e Fatímida. A região mudou de mãos durante as Cruzadas com o estabelecimento do Reino de Jerusalém. Com o colapso deste ultimo, no século XIII, passou a integrar o Sultanato Mameluco do Cairo e, após 1516, permaneceu por quatro séculos como parte do Império Otomano.
Soberanos
[editar | editar código]Governadores Romanos
[editar | editar código]Reis asmoneus
[editar | editar código]- Judas Macabeu (165-161 a.C.)
- Jónatas (161-142 a.C.)
- Simão Macabeu (r. 142–135 a.C.)
- João Hircano (134-104 a.C.)
- Aristóbulo I (104-103 a.C.)
- Alexandre Janeu (103-76 a.C.)
- Alexandre (76-67 a.C.)
- Aristóbulo II (67-65 a.C.)
- Antípatro I (65-55 a.C.)
- Antípatro II (55-40 a.C.)
Reis Herodianos
[editar | editar código]- Herodes, o Grande (40 a.C.-4 d.C.)
- Herodes Antipas (4 d.C.-39)
- Herodes Agripa (40-44)
- Herodes Agripa II (48-53)
Cronologia
[editar | editar código]- até 63 a.C. - estado independente judeu
- 63 a.C.-6 - reino cliente do Império Romano
- 6-41 - Província romana. Veja Judeia (província romana)
- 26-36 - procurador Pôncio Pilatos
- 41-44 - governo de Herodes Agrippa (rei cliente)
- 44-48 - Província romana
- 48-100 - governo de Herodes Agrippa II (rei cliente)
- 66-70 - Primeira guerra judaico-romana contra Roma
- 100 para a frente - Província romana
- 115-117 - Segunda guerra judaico-romana
- 132-135 - Terceira guerra judaico-romana: Simão Barcoquebas
- 135 - Judeia chamada de Síria Palestina pelo imperador Adriano
- 640 - Começo do controle muçulmano árabe
- 1099 - Os cruzados conquistam a região
- 1291 - Derrota final dos Cruzados e restabelecimento do controle muçulmano
- 1516 - Início do controle otomano
- 1918 - Derrota dos Otomanos; início do controle britânico
- 1919 - Incorporação ao Mandato Britânico da Palestina
- 1948 - Divisão parcial entre Israel e Jordânia
- 1967 - A maior parte da Judeia histórica é capturada por Israel
Referências
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