Drex
O Digital Real X (abreviação: Drex) será uma moeda digital brasileira produzida e regulamentada pelo Banco Central do Brasil, a ser utilizada como a versão digital do real brasileiro. Entre 2024 e 2025, o Drex encontrava-se na segunda fase do seu projeto de desenvolvimento, onde um piloto foi testado em um caso de uso prático. Em novembro de 2025, durante uma reunião interna, o Banco Central encerrou a segunda fase do projeto, alegando problemas de privacidade com a plataforma blockchain usada pela moeda, e a sua infraestrutura de registro distribuído foi desligada. A continuação do desenvolvimento do projeto foi adiada para 2026 e utilizará novas tecnologias. Ao contrário do que acontece com criptomoedas como o Bitcoin, o Real digital terá lastro do Banco Central do Brasil e valor que corresponde ao do dinheiro físico emitido atualmente. A moeda digital permite movimentar reais que não existem fisicamente, o que implicaria na diminuição de custos de emissão da moeda física e a facilitação da implementação de inovações tecnológicas como os contratos inteligentes. A previsão é que, quando a moeda receber seu lançamento, ela trabalhe com todos os métodos de pagamento já existentes, bem como se conecte a outros bancos centrais ao redor do mundo. O objetivo do desenvolvimento do real em formato digital é desenhar uma moeda digital de banco central (da sigla em inglês CBDC, Central Bank Digital Currency), que seja parte do cotidiano das pessoas, sendo empregada por quem usa contas bancárias, contas de pagamentos, cartões e/ou dinheiro vivo.
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| Drex | |
|---|---|
| Desenvolvimento | |
| Autor(es) inicial | Banco Central do Brasil |
| Estado desenvolvimento | A ser lançada |
O Digital Real X (abreviação: Drex)[1][2] será uma moeda digital brasileira produzida e regulamentada pelo Banco Central do Brasil, a ser utilizada como a versão digital do real brasileiro.[3][4]
Entre 2024 e 2025, o Drex encontrava-se na segunda fase do seu projeto de desenvolvimento, onde um piloto foi testado em um caso de uso prático.[5] Em novembro de 2025, durante uma reunião interna, o Banco Central encerrou a segunda fase do projeto, alegando problemas de privacidade com a plataforma blockchain usada pela moeda, e a sua infraestrutura de registro distribuído foi desligada.[6][7] A continuação do desenvolvimento do projeto foi adiada para 2026 e utilizará novas tecnologias.[8][9]
Ao contrário do que acontece com criptomoedas como o Bitcoin, o Real digital terá lastro do Banco Central do Brasil e valor que corresponde ao do dinheiro físico emitido atualmente. A moeda digital permite movimentar reais que não existem fisicamente, o que implicaria na diminuição de custos de emissão da moeda física e a facilitação da implementação de inovações tecnológicas como os contratos inteligentes. A previsão é que, quando a moeda receber seu lançamento, ela trabalhe com todos os métodos de pagamento já existentes, bem como se conecte a outros bancos centrais ao redor do mundo.[10]
O objetivo do desenvolvimento do real em formato digital é desenhar uma moeda digital de banco central (da sigla em inglês CBDC, Central Bank Digital Currency), que seja parte do cotidiano das pessoas, sendo empregada por quem usa contas bancárias, contas de pagamentos, cartões e/ou dinheiro vivo.[11]
História
[editar | editar código]Antecedentes
[editar | editar código]Em agosto de 2020, o Banco Central do Brasil anunciou a criação de um grupo de trabalho para estudar a emissão de uma moeda digital brasileira e avaliar riscos relacionados à segurança cibernética, proteção de dados e aderência regulatória.[12][13]
Em maio de 2021, o Banco Central publicou diretrizes para o potencial desenvolvimento do real em formato digital, definindo princípios relacionados a funcionamento, segurança, base legal e premissas tecnológicas.[14][15] Segundo o modelo proposto, a emissão do ativo digital seria realizada pelo Banco Central, enquanto a distribuição à população ocorreria por intermédio de bancos e instituições de pagamento.[16]
Projeto-piloto
[editar | editar código]Em março de 2023, teve início o Piloto Drex, fase de testes em ambiente restrito voltada ao desenvolvimento dos requisitos básicos da plataforma e à participação de instituições selecionadas pelo Banco Central.[17][18]
O piloto utilizou a tecnologia Hyperledger Besu, escolhida para testes em ambiente permissionado e para experimentação com contratos inteligentes e tokenização de ativos.[19] Em setembro de 2023, o Banco Central informou que, em 50 dias de operação, já haviam sido conduzidas cerca de 500 operações simuladas na plataforma.[20]
No dia 7 de agosto de 2023, o Banco Central anunciou oficialmente o nome Drex.[21][22]
Em agosto de 2023, o Banco Central informou que a primeira fase do piloto havia sido estendida, com término previsto para maio de 2024, em razão da complexidade das soluções de privacidade em teste.[23]
Em maio de 2024, o Banco Central anunciou a segunda fase de testes do Drex, voltada à implementação de novos casos de uso, com foco em contratos inteligentes.[24] Em outubro de 2024, o Banco Central passou a receber propostas para essa segunda fase.[25]
Em fevereiro de 2025, o Banco Central informou que a primeira fase do piloto havia identificado desafios relacionados à privacidade, proteção de dados e aderência ao arcabouço regulatório e legal.[26][27]
Em 2026, o projeto permanecia em fase de testes, sem data oficial de lançamento ao público.[28]
Aplicações
[editar | editar código]Contratos inteligentes
[editar | editar código]O real digital terá a capacidade de programar e automatizar diversas atividades relacionadas a transações financeiras. Isso envolve a programabilidade para operações financeiras através de algoritmos e scripts que permitem a execução automática de determinadas ações financeiras com base em condições predefinidas.[29]
Um exemplo prático que ilustra essa funcionalidade é o cenário de venda de carros usados entre pessoas físicas. Nessa situação, é comum que o vendedor tenha receio de transferir a propriedade do veículo antes de ter a certeza de ter recebido o valor acordado. Com o real digital, será possível estabelecer um contrato inteligente que automatiza o processo de pagamento e transferência de propriedade. Assim, o vendedor poderá programar as condições necessárias para que a transação seja concluída com segurança, como a verificação do pagamento na totalidade, antes de efetuar a transferência de propriedade do veículo.[30]
Entre as situações exemplificadas com contratos inteligentes, o Banco Central afirma que o Drex facilitará a contratação de empréstimos,[31] venda de imóveis ou qualquer outro serviço. No caso de um empréstimo, o sistema conseguirá criar condições para que parcelas de pagamento sejam cobradas automaticamente. Ou seja, quando uma parte, como um banco ou instituição financeira, emprestar dinheiro, a outra terá uma cobrança automática em sua carteira.
Tokenização
[editar | editar código]O projeto prevê uma capacidade de representar digitalmente ativos financeiros e de contratos por meio de tokens programáveis. Esses tokens podem ser utilizados para representar uma ampla gama de ativos, como moedas digitais, ações, títulos, commodities e até mesmo propriedades físicas.[32]
Benefícios e impacto
[editar | editar código]- Rapidez nos pagamentos: A agilidade nos pagamentos é, a principal vantagem de uma moeda digital, independentemente de sua funcionalidade ou origem. As transações são confirmadas em questão de segundos, permitindo que o dinheiro seja transferido de um ponto a outro sem a necessidade de intermediários, como ocorre com os cartões de crédito. O PIX já foi uma introdução dessa experiência para os consumidores e seu amplo uso em apenas um ano de existência indica sua popularidade entre a população.[33]
- Segurança e rapidez em transações internacionais: Apesar de transações envolvem empresas e pessoas em outros países ser uma tarefa complicada para os envolvidos, a versão digital do real, por ser totalmente digital, poderá desproblematizar esta questão. A moeda pode circular pela internet e chegar com mais rapidez ao seu destino sem qualquer fator que possa interferir no processo.[34]
- Prevenção contra fraudes: Embora o Real Digital não seja uma criptomoeda, fará uso da tecnologia blockchain em sua estrutura. A blockchain, como o próprio nome sugere, permite que informações sejam transmitidas pela internet em blocos criptografados, que se juntam formando uma corrente. Essa tecnologia é atualmente uma das mais seguras para transações digitais, pois reduz significativamente o risco de fraudes e protege contra ataques cibernéticos. Isso elimina a preocupação das pessoas em relação às compras realizadas online, por exemplo.[35] De acordo com o BC, o Drex também terá a capacidade de reverter transações ligadas a fraudes[36]. A reversão, no entanto, só será possível enquanto o valor roubado ainda estiver em moeda digital, ou seja, não ter sido convertido para o papel moeda (real).
- Digitalização e redução nos custos de produção de dinheiro: Há também um benefício importante para o Sistema Financeiro Nacional. A produção e circulação de cédulas e moedas custam dinheiro, e não é uma quantia insignificante! Na maioria dos casos, o custo de produção é maior do que o valor que essas cédulas e moedas representam. Com o Real Digital, haverá uma redução ainda maior no uso de dinheiro físico no varejo, o que economizará recursos públicos gastos com impressão e cunhagem. Além disso, é importante lembrar que a transformação digital já é uma realidade consolidada, o que obriga o poder público a encontrar maneiras de digitalizar seus processos e oferecer mais comodidade, conforto e segurança à população.[37]
- Incentivo a inovações: Possibilita a criação de um ambiente favorável para que os diferentes participantes do mercado possam propor inovações. Além disso, os benefícios dessas tecnologias podem ser disponibilizados para um número maior de cidadãos, sem expor seus negócios às incertezas de um ambiente financeiro não regulamentado.[38]
- Prevenção e combate de atividades ilícitas: Permite que o banco central acompanhe com precisão a localização de cada unidade da moeda, o que desencoraja atividades ilícitas e facilita o combate a crimes financeiros.[39]
- Inclusão financeira: Deve possuir uma estrutura que permite o controle financeiro das famílias, acesso fácil a informações financeiras e uma melhor preparação do orçamento familiar. Além disso, essa estrutura pode facilitar o investimento, especialmente em projetos específicos dentro de uma comunidade, por meio do uso do Real Digital.[40]
Riscos
[editar | editar código]A implementação da moeda do Real Digital também traz consigo alguns riscos que devem ser considerados, como:
- Centralização: a criação de uma moeda digital vinculada ao Banco Central do Brasil pode concentrar o controle monetário nas mãos de uma única entidade. Isso levanta preocupações sobre a possibilidade de interferência governamental na política monetária e na estabilidade financeira do país. A centralização também pode resultar em uma maior vulnerabilidade a ataques cibernéticos, pois um único ponto de controle pode se tornar um alvo atrativo para hackers e outras ameaças digitais.[41]
- Privacidade: Por ser uma moeda digital, todas as transações podem ser rastreadas e registradas, o que pode afetar a privacidade dos usuários. Embora a tecnologia blockchain possa garantir a segurança e a integridade das transações, também levanta questões sobre a proteção dos dados pessoais e a possibilidade de vigilância governamental. Em regimes autoritários, por exemplo, esse monitoramento poderia ser usado para reprimir a dissidência política, congelar contas de opositores e manipular o sistema financeiro para consolidar o poder.[42][43]
- Cancelamento financeiro: no blockchain, o acesso aos dados é fácil e praticamente imediato, o que permite que outros órgãos, como a Receita Federal, exerçam um controle mais efetivo. Nesse contexto, é possível que o Poder Judiciário possa restringir o acesso de um indivíduo aos seus próprios recursos, uma medida que poderia ser comparada a um bloqueio financeiro.[44]
- Congelamento de saldos: O Banco Central (BC) possui um conjunto de ferramentas para regular e monitorar o Drex. Entre essas ferramentas estão a capacidade de congelar saldos de usuários,[45] diminuir saldos de endereços-alvo, confiscar e até mesmo cunhar novas unidades da moeda digital.
Ver também
[editar | editar código]Referências
- ↑ «O que é o Drex, anunciado pelo BC? Veja perguntas e respostas sobre a nova moeda digital». Estadão. Consultado em 8 de agosto de 2023
- ↑ HK, Henrique (7 de agosto de 2023). «DREX: Banco Central do Brasil anuncia nome do Real Digital». Livecoins. Consultado em 8 de agosto de 2023
- ↑ «Versão eletrônica do real deve ser lançada até 2024, estima assessor do Banco Central». Agência Senado. 1º de setembro de 2021
- ↑ «Entenda o que é e como funcionará o real digital». Agência Brasil - EBC. 8 de agosto de 2023. Consultado em 15 de janeiro de 2025
- ↑ «Real Digital vai democratizar acesso a serviços financeiros, diz Banco Central». Exame. 6 de junho de 2023. Consultado em 9 de junho de 2023
- ↑ «Banco Central põe fim ao Drex, o projeto do real digital». Valor Investe. 4 de novembro de 2025. Consultado em 5 de novembro de 2025
- ↑ «BC decide desligar plataforma do Drex e abre caminho para 'stablecoins'». Valor Econômico. 4 de novembro de 2025. Consultado em 5 de novembro de 2025
- ↑ Freitas, Clayton (4 de novembro de 2025). «Banco Central Abandona o Blockchain do Drex, o Projeto do "Real Digital"». Forbes Brasil. Consultado em 5 de novembro de 2025
- ↑ Dourado, Maria Luiza (4 de novembro de 2025). «BC desliga plataforma do DREX usada até agora por problemas de privacidade». InfoMoney. Consultado em 5 de novembro de 2025
- ↑ «Real digital está em fase avançada e pode se concretizar em 2022». 25 de Agosto de 2021
- ↑ «BC apresenta diretrizes para o potencial desenvolvimento do real em formato digital». Banco Central do Brasil. 24 de maio de 2021
- ↑ «BC cria grupo de trabalho para discutir emissão de moeda digital». Agência Brasil. 20 de agosto de 2020. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Paulo Guedes confirma que Brasil terá versão digital do real». Exame. 5 de novembro de 2020. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «BC apresenta diretrizes para o potencial desenvolvimento do real em formato digital». Banco Central do Brasil. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Real digital: BC divulga diretrizes para moeda virtual do Brasil». Tecnoblog. 24 de maio de 2021. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «BC divulga as diretrizes do real digital e prevê ter condições para implementação em até 3 anos». G1. 24 de maio de 2021. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Desenvolvimento do Drex». Banco Central do Brasil. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Piloto Drex». Banco Central do Brasil. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ Marins, Lucas Gabriel (7 de março de 2023). «O que é a Hyperledger Besu, a tecnologia escolhida para o piloto do Real Digital?». InfoMoney. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Drex: em 50 dias, 500 operações já foram conduzidas com títulos públicos e contratos inteligentes». Banco Central do Brasil. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Drex: Banco Central divulga nome de moeda digital brasileira». TechTudo. 7 de agosto de 2023. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Drex: Por que o Banco Central escolheu este nome para a moeda digital?». Money Times. 8 de agosto de 2023. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Primeira fase do Drex atrasa e só terminará em maio de 2024». Agência Brasil. 21 de agosto de 2023. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Projeto-piloto do Drex entrará em segunda fase de testes». Agência Brasil. 22 de maio de 2024. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Banco Central começa a receber propostas para segunda fase do Drex». Agência Brasil. 13 de outubro de 2024. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Drex enfrenta desafios de privacidade em primeira etapa, diz BC». Agência Brasil. 26 de fevereiro de 2025. Consultado em 16 de abril de 2026
- ↑ «Relatório do Piloto Drex – Fase 1» (PDF). Banco Central do Brasil. Consultado em 16 de abril de 2026
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- ↑ «Quando o Real Digital vai ser lançado? Entenda próximos passos do projeto do BC». Exame. 25 de maio de 2023. Consultado em 9 de junho de 2023
- ↑ «Qual será o nome do real digital? BC está entre duas opções, diz Campos». Valor Econômico. 25 de maio de 2023. Consultado em 10 de junho de 2023
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- ↑ «Sistema financeiro do futuro vai ter Real Digital e tokenização, diz BC». Exame. 25 de maio de 2023. Consultado em 9 de junho de 2023
- ↑ Sonoticiaboa.com.br (8 de agosto de 2023). «Drex: primeira moeda digital do Brasil é anunciada pelo BC. Veja como usar». Só Notícia Boa. Consultado em 9 de agosto de 2023
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- ↑ Tudo, Celular (23 de agosto de 2023). «Drex: transações fraudulentas poderão ser revertidas para coibir crimes financeiros». Tudocelular. Consultado em 3 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2023
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- ↑ «Moedas digitais dos BCs devem alterar a dinâmica econômica mundial». Estadão E-Investidor - As principais notícias do mercado financeiro. 16 de dezembro de 2021. Consultado em 12 de junho de 2023
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- ↑ «Ciro Chagas | Devemos confiar no "real digital"?». Poder360. Consultado em 12 de junho de 2023
- ↑ «Privacidade é desafio natural e vai permear todo o desenvolvimento do Drex, diz especialista | Exame». exame.com. Consultado em 13 de outubro de 2024
- ↑ «Implementação do Drex exige marco regulatório robusto e abrangente». Consultor Jurídico. Consultado em 13 de outubro de 2024
- ↑ Ideias. «Projeto do Real Digital permite cancelamento financeiro de cidadãos». Gazeta do Povo. Consultado em 22 de setembro de 2024
- ↑ Longo, Laelya (22 de agosto de 2023). «BC esclarece fatos e fakes sobre o Drex». Globo. Consultado em 3 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2023