Backstage

Backstage é o quinto álbum de estúdio da artista americana Cher, lançado em 27 de maio de 1968 pela Imperial Records. Produzido por Sonny Bono em colaboração com Denis Pregnolato e Harold R. Battiste Jr., o disco marcou o último trabalho da artista pelo selo, que era subsidiário da Liberty Records. O repertório de Backstage é composto majoritariamente por versões de canções previamente gravadas por outros artistas, entre elas estão "Go Now", associada ao sucesso do grupo britânico The Moody Blues, "Carnival", adaptação em inglês de "Manhã de Carnaval", além de "Masters of War", de Bob Dylan, e "Do You Believe in Magic", da banda The Lovin' Spoonful. O álbum também inclui "A House Is Not a Home", composição de Burt Bacharach e Hal David, e "The Impossible Dream (The Quest)", oriunda do musical O Homem de La Mancha, de 1965. De modo geral, a recepção crítica contemporânea destacou o desempenho vocal de Cher, a produção e a versatilidade do repertório, enquanto avaliações retrospectivas apontaram o álbum como um trabalho irregular, com interpretações consideradas inferiores às de seus maiores sucessos. Comercialmente, o álbum não obteve desempenho expressivo nas paradas musicais, tornando-se o primeiro da carreira de Cher a não figurar em rankings.
| Backstage | ||||
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| Álbum de estúdio de Cher | ||||
| Lançamento | 27 de maio de 1968 | |||
| Gênero(s) | ||||
| Duração | 36:17 | |||
| Gravadora(s) | ||||
| Produção |
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| Cronologia de Cher | ||||
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| Singles de Backstage | ||||
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Backstage é o quinto álbum de estúdio da artista americana Cher, lançado em 27 de maio de 1968 pela Imperial Records. Produzido por Sonny Bono em colaboração com Denis Pregnolato e Harold R. Battiste Jr., o disco marcou o último trabalho da artista pelo selo, que era subsidiário da Liberty Records.
O repertório de Backstage é composto majoritariamente por versões de canções previamente gravadas por outros artistas, entre elas estão "Go Now", associada ao sucesso do grupo britânico The Moody Blues, "Carnival", adaptação em inglês de "Manhã de Carnaval", além de "Masters of War", de Bob Dylan, e "Do You Believe in Magic", da banda The Lovin' Spoonful. O álbum também inclui "A House Is Not a Home", composição de Burt Bacharach e Hal David, e "The Impossible Dream (The Quest)", oriunda do musical O Homem de La Mancha, de 1965.
De modo geral, a recepção crítica contemporânea destacou o desempenho vocal de Cher, a produção e a versatilidade do repertório, enquanto avaliações retrospectivas apontaram o álbum como um trabalho irregular, com interpretações consideradas inferiores às de seus maiores sucessos. Comercialmente, o álbum não obteve desempenho expressivo nas paradas musicais, tornando-se o primeiro da carreira de Cher a não figurar em rankings.
Informações do álbum
[editar | editar código]Backstage foi lançado em maio de 1968[1] e foi produzido por Sonny Bono, junto com Denis Pregnolato e Harold R. Battiste Jr., sendo o último álbum de Cher pelo selo Imperial Records, subsidiário da Liberty Records.[2]
O álbum apresenta algumas versões cover. "Go Now" é uma canção de Larry Banks e Milton Bennett, gravada originalmente por Bessie Banks,[3] porém a versão mais conhecida foi registrada pela banda britânica The Moody Blues em 1964, sucesso nas paradas do Reino Unido,[4] Estados Unidos[5] e Canadá.[6] "Carnival" é a versão em inglês de "Manhã de Carnaval" dos brasileiros Luiz Bonfá e Antônio Maria, que apareceu como tema principal no filme Orfeu Negro (1959), e tornou-se uma das primeiras composições de bossa nova a alcançar popularidade fora do Brasil.[7] Nos Estados Unidos, é considerada uma das mais importantes músicas do jazz brasileiro/bossa nova que ajudaram a consolidar o movimento no final da década de 1950.[8] "Masters of War" é uma canção de Bob Dylan, escrita durante o inverno de 1962–63 e lançada no álbum The Freewheelin' Bob Dylan na primavera de 1963.[9] A melodia da música foi adaptada da canção tradicional "Nottamun Town",[10] a letra de Dylan constitui um protesto contra a corrida armamentista nuclear da Guerra Fria no início da década de 1960.[11]
"Do You Believe in Magic" é uma canção da banda folk rock canadense-americana The Lovin' Spoonful, escrita por John Sebastian, foi lançada como o single de estreia do grupo em julho de 1965,[12] inspirada por uma adolescente que assistia a uma apresentação da banda no Night Owl Cafe, que contrastava (sobretudo dançando) com o público beatnik mais velho que frequentava as apresentações, algo que simbolizou para Sebastian uma mudança no público da banda.[13][14] "A House Is Not a Home" é uma balada de 1964 escrita pela dupla Burt Bacharach e Hal David para o filme homônimo lançado naquele ano, estrelado por Shelley Winters e Robert Taylor.[15] A versão usada no filme é a de Brook Benton,[15] que chegou ao número 75 na Billboard Hot 100,[16] e dividiu execuções nas rádios com a versão de Dionne Warwick que alcançou a posição 71 na mesma parada.[17] "The Impossible Dream (The Quest)" é uma canção de Mitch Leigh e Joe Darion, criada para o musical da Broadway O Homem de La Mancha (1965), originalmente interpretada por Richard Kiley no papel de Dom Quixote, que a canta ao vigiar sua armadura, em resposta à pergunta de Aldonza (Dulcineia de Toboso) sobre o significado de "seguir a busca".[18]
Em 2007, a BGO Records lançou o álbum junto com o trabalho seguinte da cantora, a compilação Chér's Golden Greats (1968), em um mesmo compact disc (CD), exclusivamente no Reino Unido.[19] Em 2016, a música "It All Adds Up Now" foi utilizada em uma campanha publicitária do banco NatWest, com o título da canção sendo também usado como slogan da empresa.[20] Isso ocorreu após o sucesso de um anúncio da Amazon Prime que utilizou o sucesso "Little Man", de Sonny & Cher.[21]
Singles
[editar | editar código]O primeiro single do álbum foi o da canção "The Click Song" que traz a faixa "But I Can't Love You More" como lado B. A faixa é versão em inglês de "Qongqothwane", uma canção tradicional do povo xossas, da África do Sul,[22][23] marcada pelo uso de consoantes de clique da língua xossa como técnica vocal.[24][25][26] Seu título significa "besouro que bate", nome dado devido ao som que os besouros "tok tokkie", fazem ao atrair parceiros, quando eles caem no solo.[23][27] Na tradição oral xossa, acredita-se que esses besouros guiam crianças perdidas de volta para casa, e a música estabelece um paralelo com o igqirha, um curandeiro ou adivinho tradicional sul-africano que pode conduzir rituais de casamento, votos e encantamentos.[22][23] Por isso, a música é cantada em casamentos, com o objetivo de trazer boa sorte e guiar os casais em suas novas vidas.[22][23] A revista Billboard descreveu o single de Cher como tendo "duas faixas com forte potencial comercial", apresentando a canção como o clássico de Miriam Makeba "no estilo próprio de Cher" e descrevendo "But I Can't Love You More" como "uma balada envolvente e marcante" que "se torna mais intrigante a cada audição".[28] Outros meios criticaram a faixa por ela não ter nem um único "clique" no decorrer da canção.[29] Na parada musical Top 100 da revista Cash Box, a canção teve como pico a posição de número 78[30] e permaneceu por 2 semanas na tabela.[31]
"Take Me for a Little While", uma compisição de Trade Martin, foi lançada como segundo single, trazendo "Song Called Children" como lado B.[32] A revista Billboard descreveu a canção como "uma balada de ritmo leve" e "um material poderoso e comercial", prevendo "grandes vendas" para Cher.[33] A revista Record World destacou que a canção de Martin sobre um amor temporário recebeu uma interpretação "quente e suave" de Cher, e concluiu a resenha com a expressão "Wow".[34] A revista Cash Box destacou que a canção traz uma "letra refinada" "sob medida para o público jovem", com uma faixa de andamento médio-lento e "arranjos fortes" que ressaltam um "bom acompanhamento de órgão blues" e o apelo rítmico, além de uma "produção excepcional", tornando-a "um potencial sucesso".[35]
Recepção crítica
[editar | editar código]| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| AllMusic | |
A Record World elogiou o álbum, escrevendo que Cher estava "se desenvolvendo como uma das cantoras mais habilidosas" no cenário do rock e do pop tradicional, destacando que sua voz "profunda e rica" era utilizada "com flexibilidade", e classificando o disco como "um de seus melhores".[37] A Billboard observou que Cher "tenta se apresentar como uma artista versátil" em Backstage, destacando que ela está "em sua praia" em canções como "Reason to Believe" e "Take Me for a Little While", consideradas "boas possibilidades de single".[38] A Cash Box elogiou a "forte performance vocal de Cher", aliada a uma "produção poderosa" de Sonny, mencionando "arranjos inventivos" em um conjunto variado de músicas e classificando o álbum como "essencial para todos os fãs de Cher".[39]
Em uma análise retrospectiva para o banco de dados AllMusic, Joe Viglione descreveu o álbum como um trabalho que "soa como o fim do primeiro capítulo de Sonny & Cher".[36] Ele foi crítico de várias performances, afirmando que "boa parte das interpretações carece daquele algo especial presente em seus sucessos", caracterizando o disco, no geral, como "irregular".[36]
Desempenho comercial
[editar | editar código]O álbum não apareceu nas paradas musicais, tornando-se o primeiro da carreira da cantora a ter esse desempenho.[40][41]
Lista de faixas
[editar | editar código]- Créditos adaptados do LP Backstage, de 1968.[42]
| Backstage – Lado A | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |||||||
| 1. | "Go Now" |
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3:56 | |||||||
| 2. | "Carnival" |
|
3:26 | |||||||
| 3. | "It All Adds Up Now" | Doug Sahm | 2:57 | |||||||
| 4. | "Reason to Believe" | Tim Hardin | 2:26 | |||||||
| 5. | "Masters of War" | Bob Dylan | 4:09 | |||||||
| 6. | "Do You Believe in Magic" | John Sebastian | 2:36 | |||||||
| Backstage – Lado B | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |||||||
| 1. | "I Wasn't Ready" |
|
2:59 | |||||||
| 2. | "A House Is Not a Home" | 2:14 | ||||||||
| 3. | "Take Me for a Little While" | Trade Martin | 2:46 | |||||||
| 4. | "Click Song" | Miriam Makeba | 2:53 | |||||||
| 5. | "The Impossible Dream" |
|
2:26 | |||||||
| 6. | "Song Called Children" | Bob West | 3:35 | |||||||
Ficha técnica
[editar | editar código]Créditos adaptados do LP Backstage, de 1968.[42]
- Vocais principais: Cher
- Produção
- Produtor: Sonny Bono
- Produtor: Harold R. Battiste Jr.
- Produtor: Denis Pregnolato
- Engenheiro de som: Stan Ross
- Design
- Fotografia: Sonny Bono
- Direção de arte: Woody Woodward
Referências
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- ↑ «The Moody Blues Album & Song Chart History». Billboard.com. Consultado em 5 de abril de 2014
- ↑ «RPM Top 40 Singles - March 22, 1965» (PDF)
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The next song we're going to sing is a Xhosa wedding song. It comes from South Africa. Xhosa is my native language, and it's a wedding song back home where I come from. It's called, by the English-speaking people, 'The Click Song,' because they cannot say ['nguqongqothwane'].
- ↑ a b c d Carter-Ényì, Quintina; Carter-Ényì, Aaron (29 de abril de 2019). «Decolonizing the Mind Through Song: From Makeba to the Afropolitan present». United Kingdom. Performance Research. 24 (1): 60–61. ISSN 1352-8165. doi:10.1080/13528165.2019.1593737. Consultado em 15 de julho de 2025
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- ↑ «Album Reviews» (PDF). Cashbox. XXIX (44). 1 de junho de 1968. p. 38. Consultado em 16 de abril de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 16 de abril de 2026
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