ADE

ADE é um óleo composto vitamínico lipossolúvel das vitaminas A, D, E., de coloração amarelo-alaranjada, e de uso exclusivamente veterinário, injetável. A função principal do óleo é suprir necessidades de carência de vitaminas lipossolúveis diretamente e prevenir infecções nos animais., ainda assim com uso restrito a alguns grupos de animais (permitido para bovinos, equinos, suínos, caprinos, ovinos e coelhos, e com claras recomendações para não se usar em cães e gatos) Porém o ADE adquiriu uma nova utilidade quando foi descoberto que os resultados ao injetá-lo em partes localizadas do corpo, conhecido como "hipertrofia local", sendo similares ao óleo Synthol, outro óleo injetável, bastante popular no mercado americano, utilizado para inchar o músculo, dando uma falsa aparência de músculo malhado. O uso do Synthol/ADE e outros óleos localizados apenas traz o inchaço instantâneo pelo acúmulo de óleo na região, e não aumenta de forma alguma fibras musculares e/ou força. Pelo contrário, já houve até casos em que o uso contínuo de ADE causou a redução da massa magra. O uso do ADE entre todos os óleos de crescimento local (que por conceito já são seriamente contra-indicados) é considerado o mais danoso e mais doloroso, por não ser um produto especializado em crescimento local como os outros óleos (e sim um produto veterinário), não contém analgésico em sua fórmula. O ADE por si só pode causar abscessos no local injetado e proximidades, infecções, embolia e necrose do membro, o que causa uma futura amputação. As consequências da injeção do ADE são: paralisia (caso na hora da injeção seja atingido um nervo), parada respiratória, infarto e parada cardíaca.. Em caso de complicações gerais, não é raro chegar a casos fatais.

ADE é um óleo composto vitamínico lipossolúvel das vitaminas A, D, E.[1], de coloração amarelo-alaranjada, e de uso exclusivamente veterinário,[2] injetável.[3]
A função principal do óleo é suprir necessidades de carência de vitaminas lipossolúveis[2] diretamente e prevenir infecções nos animais.[4], ainda assim com uso restrito a alguns grupos de animais (permitido para bovinos, equinos, suínos, caprinos, ovinos e coelhos[3][4], e com claras recomendações para não se usar em cães e gatos[3])
Porém o ADE adquiriu uma nova utilidade quando foi descoberto que os resultados ao injetá-lo em partes localizadas do corpo, conhecido como "hipertrofia local"[3], sendo similares ao óleo Synthol[3], outro óleo injetável, bastante popular no mercado americano, utilizado para inchar o músculo, dando uma falsa aparência de músculo malhado.
O uso do Synthol/ADE e outros óleos localizados apenas traz o inchaço instantâneo pelo acúmulo de óleo na região[1], e não aumenta de forma alguma fibras musculares[2] e/ou força.[1] Pelo contrário, já houve até casos em que o uso contínuo de ADE causou a redução da massa magra.[5]
O uso do ADE entre todos os óleos de crescimento local (que por conceito já são seriamente contra-indicados[3]) é considerado o mais danoso[4] e mais doloroso, por não ser um produto especializado em crescimento local como os outros óleos (e sim um produto veterinário), não contém analgésico em sua fórmula.[3]
O ADE por si só pode causar abscessos[4] no local injetado e proximidades, infecções[4], embolia[3] e necrose[4] do membro, o que causa uma futura amputação[1]. As consequências da injeção do ADE são: paralisia[4] (caso na hora da injeção seja atingido um nervo), parada respiratória, infarto e parada cardíaca.[4]. Em caso de complicações gerais, não é raro chegar a casos fatais.[3]
Referências
- ↑ a b c d Philipe. «ADE: uma ótima maneira de ficar forte sem perder tempo malhando». MundoGump.com. Consultado em 19 de janeiro de 2011
- ↑ a b c «O Que é ADE?». UmMetrossexual.com. Consultado em 19 de janeiro de 2011
- ↑ a b c d e f g h i «Óleos para crescimento localizado». Hipertrofia.org. Consultado em 19 de janeiro de 2011
- ↑ a b c d e f g h «Efeitos Colaterais do ADE». Hipertrofia.org. Consultado em 19 de janeiro de 2011
- ↑ «Anabolizantes: Risco?». Gruposaude. Consultado em 19 de janeiro de 2011[ligação inativa]